Quarta, 26 Fevereiro 2025

Cada vez mais comuns nas boas práticas governamentais, as empresas buscam estar em acordo com o sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança), um conjunto de práticas que avalia como uma empresa atua em relação ao meio ambiente, à sociedade e à governança. Em busca de fornecedores e parceiros que se contribuam para que as empresas alcancem os selos de parceiros ESG, uma empresa de Itaperuçu, região metropolitana de Curitiba, vem se destacando no quesito "meio ambiente" por ser a única do Brasil com estação de efluentes própria.

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Divulgação

Vitor Dalcin, Diretor da Ambiental Santos, empresa de reciclagem de óleo pioneira no Paraná, conta que fazer a "coisa certa" em reciclagem vai muito além de separar o lixo ou campanhas específicas de arrecadação, é preciso fechar a cadeia:

"São sempre muito bem-vindas as campanhas de reciclagem, mas normalmente o ciclo não se fecha. No caso da reciclagem, por exemplo, é preciso reciclar, tratar a água envolvida no processo e processar todo o resíduo do óleo e de embalagens que compõe a cadeia produtiva, se não for assim, o processo acaba afetando e poluindo o meio ambiente" conta Dalcin.

Nesse sentido, a chamada ETE pode contribuir significativamente para as práticas ESG de uma empresa. Em uma das pontas os funcionários e até mesmo as sedes utilizam das boas práticas na reciclagem, na outra tem a certeza de que suas campanhas não estão deixando qualquer pegada de agressão ao meio ambiente. O ciclo é realmente completo:

"As empresas brasileiras já começam a entender o que as europeias estão fazendo há muito tempo, entrar na economia verde e circular. Os consumidores modernos preferem consumir com marcas que se preocupam com suas causas. É o senso de comunidade" finaliza Dalcin.

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