Opinião

Durante os últimos anos o movimento sindical brasileiro, aproveitando-se de uma conjuntura favorável, com ganho real do salário mínimo, ganhos significativos nas negociações coletivas e campanhas salariais, crescimento do emprego com formalização dos vínculos, diminuição das jornadas efetivamente trabalhadas, aproximação entre os salários de admissão e os salários de demissão (embora com a rotatividade em alta), taxas de sindicalização estáveis e com a unidade de ação programática das centrais (pauta do Pacaembu), viu crescer seu protagonismo social, apesar da relativa incompreensão de seu papel por grande parte da mídia e de muitos governantes e com o desprezo mal disfarçado de setores empresariais e de alguns analistas de mercado.

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Dr. Jale Nur Ece é colunista do site www.seanews.com.tr. Tradução do texto original em inglês pela Praticagem São Paulo

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Antônio Carlos Vendrame é engenheiro químico e de segurança do Trabalho, mestre em Química e Ecotoxicologia, perito da Justiça do Trabalho, Cível e Federal, e diretor da Vendrame Consultores Associados

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Antonio Santa Rossa é engenheiro e chairperson do 10º Simpósio SAE BRASIL de Manufatura

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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC)

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.