Construtor dos carros autômatos Tesla, Elon Musk se dedica a criar dispositivo para ligar mente e máquina, principalmente para pessoas com paralisia cerebral.

Imagine uma pessoa deficiente com mobilidade limitada, até para articular palavras, como ficou o famoso físico inglês Stephen Hawking, que sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA) e faleceu aos 76 anos. Nova tecnologia vai promover conquistas fantásticas e aumentar a interatividade com a vida dessas pessoas.

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Famoso por construir os carros autômatos Tesla, Elon Musk, na sua empresa Neuralink, anuncia que, há dois anos, vem desenvolvendo interfaces cérebro-máquina. Na terça-feira à noite desta semana, na Academia de Ciências da Califórnia, ele apresentou um dispositivo médico capaz de ler informações de 1.500 eletrodos flexíveis conectados ao cérebro de um rato de laboratório.

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Essa tecnologia é 15 vezes mais rápida do que os sistemas atuais incorporados em humanos, como o utilizado por Hawking. O objetivo é implantá-la prioritariamente em pessoas com paralisia ou outras condições médicas que consigam controlar o computador com suas mentes. Os testes estão previstos para o próximo ano.

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A instalação de eletrodos flexíveis será através de pequenos furos que os cirurgiões terão que fazer no crânio do paciente utilizando broca à laser indolor. Os fios terão diâmetros mais finos que um fio de cabelo humano. Essa tecnologia já permitiu que as pessoas controlassem um braço robótico para beber de um copo, digitando as instruções usando apenas seus pensamentos. Fantástico.

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website