• Mar de lama da classe política chega ao Porto de Santos e compromete Grupo Rodrimar; Michel Temer já dominou as indicações à Codesp; alemães estudam criação de vagões ferroviários autônomos e com propulsão própria; Índia adotará energias renováveis em seus 12 portos públicos; Placar da Demurrage do Porto de Aratu

    vagaoautonomo

  • A idéia é gerar segurança de fluxo de ponta a ponta e não interromper as operações em um Porto. Tudo isso deve ser acompanhado pela tecnologia de última geração que está sendo orçada, além de capacitar o pessoal que atua no segmento

  • As importações de laminados a quente de empresas chinesas e russas não serão mais objeto de pagamento de direito antidumping. O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) reuniu-se nesta quinta-feira (18) para barrar a aplicação do impedimento ao dumping na indústria do aço.

  • Deverá ser concedida à iniciativa privada, por meio de licitação, uma área de 182,2 hectares do distrito industrial de São João da Barra, no Rio de Janeiro, em área contígua ao Porto do Açu, para a Zona de Processamento de Processamento de Exportação (ZPE).

  • A Receita Federal já vem intimando empresas a prestarem esclarecimentos sobre a falta de registros e seus registros conflitantes relacionados ao Siscoserv. Isso acontece porque muitas empresas ainda possuem dúvidas sobre como atender a esta obrigação, que este ano completa 5 anos, sem que ela seja conhecida totalmente nas empresas.

  • O Chile deverá adotar o Certificado de Origem Digital (COD) nas relações comerciais com o Brasil. Na quarta-feira (22) começou a última etapa de testes que antecede a implantação.

  • No informe confidencial de 400 páginas, os juízes alegaram que a política de incentivos fiscais aos setores de telecomunicações, automóveis e tecnologia é ilegal e afeta empresas estrangeiras de forma "injusta"

  • Em recente atividade, na capital paulista, a confederação (CNTU) que reúne engenheiros, odontologistas, nutricionistas, farmacêuticos e economistas colocou em debate um tema crucial ao Brasil: que país queremos e precisamos rumo ao Bicentenário da Independência, em 2022.

  • Para Milton Lourenço, presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis), se o Brasil não precisa se preocupar muito com o futuro do seu agronegócio, pois, ainda que tenha havido declínio nos preços internacionais das commodities, a demanda chinesa afigura-se como inesgotável, é absolutamente necessário ao País abrir mercados para os seus produtos manufaturados e buscar uma nova relação com o mundo. "Isso ficou claro depois que a presidente Dilma Rousseff, em seu segundo mandato, admitiu, de maneira implícita, que em sua política comercial anterior que misturava ideologia com comércio residiu boa parte do fracasso de seu primeiro governo, gerando uma “herança maldita” para si mesma", diz o empresário.

    Para ele, é de se reconhecer que esse mea-culpa presidencial já deu bons resultados, pois, em 2015, a participação dos manufaturados no volume total das exportações subiu de 35,5%, em 2014, para 38,1%, alcançando o patamar de 2013 (38,4%), embora ainda distante daquele registrado em 2007 (55%). E que, para 2016, espera-se um superávit superior a US$ 35 bilhões. Mas é preciso mais, reivindica Lourenço. E acrescenta: "Por isso, espera-se com ansiedade a desconstrução da rivalidade entre Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) e Aliança do Pacífico (México, Peru, Colômbia e Chile) que marcou a atuação dos últimos governos de Brasil e Argentina, apesar da má-vontade do governo venezuelano, que insiste em manter a velha postura. Da parte do Brasil, já houve avanços significativos com a formalização de vários acordos de investimentos com Colômbia, México e Chile. E o novo governo argentino parece seguir no mesmo sentido."



  • Brasil precisa trabalhar o conceito de porto-indústria para gerar mais empregos nas regiões portuárias e acelerar o desenvolvimento econômico do País; sururu no ambiente interno da Santos Brasil após anúncio de investigação do Ministério Público; Cabedelo inicia reuperação de importante berço em seu cais e outras notas

    horizonte porto

  • Diante do cenário nacional, onde presenciamos uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo, o empreendedor brasileiro deve se atentar a soluções e benefícios para se manter competitivo e rentável

  • Conhecimento de embarque é o documento emitido por conta do transportador, descrevendo-se o tipo e quantidade de mercadorias embarcadas, e mencionando o embarcador, o consignatário, os portos (aeroportos) de embarque e descarga, o nome do navio (avião) transportador e o valor do frete. Deve ser assinado pelo comandante (capitão) do navio ou avião ou preposto expressamente autorizado para tanto, admitindo o recebimento das mercadorias descritas a bordo do navio ou avião mencionado, em boa ordem e condições, no local ou porto mencionado, com a obrigação de entregá-las, no porto ou local de destino mencionado, nas mesmas condições recebidas, ao consignatário nomeado ou o portador do conhecimento de embarque, mediante o pagamento de um frete.

  • O conhecimento de embarque, conhecimento de transporte ou bill of lading, é o documento mais importante da navegação e um dos mais importantes do comércio exterior. É um documento de emissão do armador, podendo ser assinado pelo comandante do navio, bem como pela agência marítima representante do armador, em seu nome.

  • O Centro Internacional de Negócios da Federação Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realiza de 23 a 25 de outubro o curso de Câmbio e Operações com o Mercado Externo.

  • Está previsto para o mês de março a realização, pelo Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), de um seminário sobre logística de transporte voltado para o agronegócio, que é responsável por cerca de 45% do comércio exterior brasileiro.

  • Para 2018 estão programadas várias feiras internacionais do agronegócio, que são tidas como oportunidades de negócio e ampliação da participação brasileira no comércio exterior.

  • A Globalização foi um conjunto de transformações nos âmbitos econômicos, sociais, culturais e políticos que marcou uma nova ordem mundial e a ascensão do modelo econômico capitalista.

  • Recentes anúncios do Governo Federal criam um cenário inevitável e fazem com que a coluna Radar Global abra esta edição com um clichê muito utilizado por humoristas: temos uma notícia boa e uma ruim para dar ao empresariado brasileiro

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  • Para reduzir prazos e custos e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no exterior, o MDIC lançou no final da última semana o Novo Processo de Exportações do Portal Único do Comércio Exterior, também conhecido como DU-E.

  • Em recente artigo publicado no Brasil Debate, intitulado O Admirável Mundo Novo, segundo a China, os professores da UERJ E. Jabbour e L. F. de Paula analisaram o longo discurso de Xi Jinping no 19º Congresso Nacional do Partido Comunista.