• No informe confidencial de 400 páginas, os juízes alegaram que a política de incentivos fiscais aos setores de telecomunicações, automóveis e tecnologia é ilegal e afeta empresas estrangeiras de forma "injusta"

  • A Organização Mundial do Comércio (OMC) revelou que a China foi o país que mais participou do comércio internacional em 2017, com um total de US$ 2,2 trilhões em vendas. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, movimentando US$ 1,54 trilhão. Enquanto isso, o Brasil continua a perder espaço entre os maiores exportadores e importadores do mundo

  • O projeto de aprendizagem foi classificado por Yu Siqin, da Universidade Marítima de Xangai, como um "método importante para conectar os sonhos de desenvolvimento socioeconômico de diferentes países". Provenientes de 13 países, 25 participantes de quatro diferentes continentes concluíram o programa. A próxima edição da C Blue está programada para outubro de 2018

  • Comércio Internacional e Comércio Exterior podem aparentemente soar como a mesma coisa, mas a diferença entre ambos termos é bem grande, e não saber identificar quando se trata de um ou de outro pode trazer problemas. Entenda já como diferenciá-los, de uma maneira clara, sucinta e didática.

  • GATT é a sigla correspondente a “General Agreement on Tariffs and Trade” (significado em português: Acordo Geral de Tarifas e Comércio), referente a uma série de acordos de comércio internacional destinados a promover a redução de obstáculos às trocas entre as nações

  • A Organização Mundial do Comércio (OMC) é uma organização internacional que trata das regras sobre as moedas e seu preço no mercado mundial entre as nações. Os membros religiosos da OMC negociam e assinam acordos que depois são ratificados pelo parlamento de cada nação e passam a regular o comércio internacional com a ordem parlamentar. Em inglês é denominada "World Trade Organization" (WTO) e possui 139 membros. Sua sede é em Genebra, na Suíça.

  • Nove meses já passados do governo de Jair Messias Bolsonaro e ainda não se vislumbra sequer um sinal de política pública eficiente aplicada nos portos brasileiros. Por isso, a angústia da pergunta: os portos brasileiros estão preparados para o novo paradigma digital?