O professor Carlos Alberto, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília, vindo de São Paulo, gostou da ideia. Ao ouvir, de longe, o ritmo do famoso choro brasileiro, foi descobrir do que se tratava. “Fiz questão de parar aqui para ouvir. É surpreendente. A música consegue relaxar, deixa o ambiente mais agradável”, diz.

O professor elogiou a apresentação do conjunto Quarteto Garatuja área de desembarque, que faz parte do projeto Música no Aeroporto.

Mais de 250 instrumentistas participam do projeto que, desde fevereiro, já passou por São Paulo e Rio de Janeiro. A cada dia, um conjunto diferente. “Esse trabalho é uma forma de favorecer a música instrumental e o trabalho do músico local. Trabalhamos com grupos já conhecidos e outros nem tanto, sendo quase sua totalidade de grupos da própria cidade mesmo”, explica o curador do projeto e produtor cultural, Sérgio Freddi Jr.

Ele conta que a ideia do Música no Aeroporto surgiu na época do caos aéreo. “A música instrumental consegue acalmar os ânimos”, reforça Sérgio. É o que também acredita a agente de passageiros Jacqueline Soares. “Eu achei interessantíssimo, primeiro porque quebra um pouco a rotina e, segundo, porque é diferente, agrada aos ouvidos. Acho que vai acalmar não só os passageiros, mas nós também, que sofremos com o estresse do passageiro nessa confusão de aeroporto”, conta ela, que trabalha com o check-in nos guichês.

Em seu segundo ano de existência, o projeto pretende difundir a cultura musical brasileira de uma forma diferente. Serão, ao todo, 130 apresentações gratuitas em 65 dias, levando o choro, MPB, Jazz, entre outros, a um público diversificado.

Para realizar o projeto, a MPCult e a Arbra Arte & Música contam com o apoio da Infraero, da Livraria Laselva, Redecard e Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Com informações da CNT.

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