Vale a pena reproduzir, a seguir, matéria publicada no Jornal do Comércio (RS), sobre delegação holandesa que visita o Brasil desde esta segunda-feira (2). Especificamente reproduzimos declaração do presidente da Câmara Internacional dos Transportadores e Distribuidores Holandeses, Dirk't Hooft, na visita que fez, nesta terça-feira, ao estado do Rio Grande do Sul:

 

"Este Estado possui muitas conexões interessantes, mas o transporte hidroviário pode criar mais possibilidades, pois é mais eficiente para cobrir longas distâncias".

 

E nós completamos, sr. Hooft: o transporte hidroviário pode criar mais possibilidades para várias regiões do Brasil.

 

Porto de Santos, o principal do País, recebe gandes navios de

todo o mundo, mas ainda pouco explora os rios da região

para incentivar o transporte hidroviário

 

O diretor-superintendente da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), Gilberto Cunha, na mesma matéria do JC, foi enfático referindo-se ao estado gaúcho: "Temos 930 quilômetros de rios já navegáveis, e um com potencial de atingir 2,2 mil quilômetros...O último plano hidroviário que tivemos data de 1961, então essa parceria com a Holanda nos ajudaria a desenvolver o futuro da utilização dos rios e lagos gaúchos".

 

Pois é, o Brasil desperdiça o potencial dos seus rios. Por que? Por falta de projetos? Ou por falta de vontade? Onde está o nó que impede que os rios "naveguem"?

 

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website