Esse acessório, antes usado apenas em ambientes hospitalares, virou um item de necessidade diária em tempos pandêmicos.

O surgimento do novo coronavírus começou na China, no final de 2019, e desde então essa doença altamente contagiosa vem se espalhando por todo o globo terrestre. Atualmente, cientistas e governos do mundo inteiro se movimentam numa corrida por uma vacina contra a COVID-19.

Enquanto isso não acontece, além do distanciamento social, a melhor proteção que podemos ter é usar máscaras. Sejam elas máscaras reutilizáveis, como as de tecido, ou as cirúrgicas, esse acessório nos garante uma segurança maior quando precisamos entrar em contato com outras pessoas.

No entanto, é preciso ter em mente que, mesmo após a chegada das tão aguardadas vacinas, será preciso continuar usando as máscaras. Veja o porquê.

Máscara: principal proteção na pandemia

A chegada da pandemia do novo coronavírus provocou uma série de mudanças na rotina de todo mundo. Isso aconteceu por conta da alta taxa de contaminação do vírus que se espalha facilmente através de partículas expelidas por um espirro ou uma tosse de quem está contaminado.

Esse vírus minúsculo, porém, parece ter uma sobrevida muito maior que os demais, podendo permanecer ativo em uma determinada superfície por até cinco dias. O que significa que, além da proteção facial, é preciso também manter a higiene das superfícies e do próprio corpo, com atenção especial às mãos.

De toda forma, a própria Organização Mundial da Saúde credita à máscara uma grande agente no combate ao novo coronavírus na medida em que ela age como uma barreira física, inibindo a aproximação do vírus ao nosso aparelho respiratório.

Não adianta nada usar a máscara cobrindo nariz e boca, mas usá-la o dia inteiro, sem fazer nenhuma troca, já que, com o passar do tempo, você acaba transpirando e reduzindo gradativamente a barreira protetora em razão do excesso de umidade.

Enquanto a pandemia não passa, é preciso manter o uso das máscaras como algo que faz parte do nosso cotidiano, não tem jeito. Mas e depois? Como será?

Corrida pela vacina contra COVID-19

Não só o Brasil, como todos os países do mundo inteiro estão lidando com a pandemia e investindo todos os esforços na busca por uma vacina eficaz contra a COVID-19.

Atualmente, 11 vacinas estão no estágio final dos testes em humanos. São elas as de laboratórios e farmacêuticas como a Pfizer, Moderna, Sinovac, Sinopharm, Bharat Biotech, AstraZeneca, Johnson & Johnson, CanSino Biological, Novavax e Gamaleya (instituto russo responsável por desenvolver a vacina Sputnik V).

A chegada da vacina, sem sombra de dúvidas, será um suspiro para um mundo que tem vivido sob pressão, medo e confinamento constantes há quase um ano. Porém, mesmo com a passagem da pandemia, alguns cuidados como a máscara devem permanecer como algo habitual na vida de muitas pessoas e empresas.

Máscara pós-pandemia

É claro que não tem como dizer exatamente como será o mundo pós-pandemia, mas alguns comportamentos devem, sim, ser alterados, ainda mais quando percebemos que os cuidados com higiene e o uso da máscara ajudam a inibir não só o coronavírus, mas vários outros agentes infecciosos.

Vale lembrar que, mesmo com a vacinação, algumas pessoas ainda poderão ser infectadas, afinal, a imunização deve acontecer em etapas gradativas, com prioridade para os grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças preexistentes.

Em ambientes como hospitais, clínicas, cozinhas de restaurantes, por quem lida com o público em comércios, por exemplo, o uso da máscara pode sim ser inserido como algo habitual e rotineiro.

Isso deve ir além. Se em lugares como Japão e China o uso das máscaras já era um hábito antes da pandemia, isso pode ser expandido e integrado na vida de muita gente. Um ato de autoproteção contra agentes infecciosos, como o da COVID-19 e outros tantos vírus que circulam pelo ar sem que a gente se dê conta.

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

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