• Choque de realidade e choque de gestão

    Toda crise, por mais pavorosa que seja sua origem e por mais graves que sejam seus efeitos, tem um aspecto positivo. A presente crise política, ética e econômica que se abateu sobre a Nação brasileira...

  • Futuro do mercado de seguros

    Futuro. Nos últimos anos, especialmente após o início da crise econômica, política e institucional que vive o Brasil, nada é mais esperado do que ele. Independente do setor da economia, do tamanho das empresas ou do momento de vida de cada profissional, nada é mais esperado do que o futuro. No setor de seguros, claro, isso não é diferente.

  • Governança corporativa

    Em um cenário de incertezas uma gestão moderna e efetiva faz a diferença. Uma gestão que prima pela excelência não espera a crise bater em sua porta para começar a agir, ou reagir, muitas vezes reagindo de maneira pueril, destruindo valores corporativos importantes para a sua continuidade e perenidade.

  • R$ 1,443 bilhão bloqueado

    Relatório bimestral divulgado nesta segunda-feira pela equipe econômica reduziu ainda mais a previsão de crescimento do PIB em 2019, para 0,8%. No bimestre anterior, o dado já havia sido reduzido de 2,2% para 1,6%

  • Restaurar o Estado é preciso

    Vivemos sob a penumbra da mais grave crise da história do Brasil, uma crise econômica, social e política. Enfrentamos um cenário que vai além da democracia interrompida. A meu ver, trata-se de uma democracia subtraída pela simbiose de interesses de uma classe política degradada e de uma elite egocêntrica, sem qualquer compromisso com um projeto de reconstrução nacional – o que, inclusive, praticamente aniquila qualquer possibilidade de pactuação.

  • Sem crise nos portos

    Um termo aditivo ao contrato com a empresa Rumo Logística e a Secretaria de Portos (SEP) permitirá investimento de R$ 308 milhões por parte da empresa até 2018. Estimativa de crescimento do setor portuário brasileiro é de 103% entre 2015 e 2042. O período leva em conta os processos de concessão e o tempo de renovação dos arrendamentos, que é de 25 anos. A projeção de investimentos é de R$ 51,28 bilhões, entre portos públicos e privados.

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    Por isso, o ministro da Secretaria de Portos (SEP), Helder Barbalho, diz, em alto e bom som: “A palavra crise é proibida no setor.” Ele avalia que a crise econômica está distante dos portos nacionais. Nesse sentido, Barbalho destaca que a SEP vem recebendo, inclusive, muitos investidores estrangeiros interessados no Brasil.

    Barbalho italianosO ministro Helder Barbalho durante apresentação a investidores italianos, sobre o tema Portos, no Ministério do Planejamento. Foto: Ed Ferreira/SEP