Transporte / Logística

Segundo a proposta, a jornada do motorista profissional continua a ser de oito horas, com duas extras, mas convenção ou acordo coletivo poderá prever até quatro horas extras. A matéria será votada ainda pelo Senado.

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O Porto de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, perde importância nacional a cada ano. A estrutura portuária é cada vez mais vista como atração turística e a maior parte dos trabalhadores já migrou de atividade para poder sobreviver. É comum navios graneleiros atracarem para descarregar carga e deixarem o porto da capital gaúcha vazios, sem levar produtos para a continuação da rota.

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Além de garantir um serviço de qualidade aos seus passageiros, com ônibus confortáveis e que atendam toda a demanda nas cidades e regiões onde a Metra opera, a empresa tem investido cada vez mais em tecnologias para atingir seu objetivo maior, que é a emissão zero de poluentes. Para a diretoria da Metra, O cuidado com o meio ambiente é um dos principais compromissos da empresa com a população.

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O reaquecimento da indústria naval alavanca também outros segmentos da indústria, como os de máquinas, equipamentos pesados, caldeiraria, elétrica e automação. O conteúdo nacional dessas obras varia de 55 a 75%, índice relevante para uma indústria que retomou sua capacidade de realização a partir de 2003. Desde a construção no país das plataformas P51 e P52, há dez anos, as demandas da Petrobras foram responsáveis pelo grande avanço da indústria naval nacional e pelo desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país. Em 2003, o setor empregava 7.465 pessoas no Brasil e hoje emprega mais de 75 mil, reflexo do aumento da produção de petróleo e investimento em logística e distribuição. Até 2017, serão gerados mais 25 mil novos empregos, segundo estimativa do SINAVAL (Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore). Informação da Agência Petrobrás de Notícias.

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O porto brasileiro responsável, em 2013, por 25,4% da Balança Comercial Brasileira, alcançando a participação de US$ 122,5 bilhões, e o maior da América Latina, trocou seu comando nesta quinta-feira (24/4), na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), em cerimônia concorrida que reuniu, além de autoridades, políticos e técnicos, uma parte expressiva do “PIB” portuário nacional. Sai Renato Barco e entra Angelino Caputo e Oliveira, ambos engenheiros. Ao contrário do seu antecessor, Caputo não fez sua carreira profissional de 30 anos nos portos nacionais, mas no Banco do Brasil (BB), especificamente nas áreas de Tecnologia da Informação (TI) e comunicações. O ministro da Secretaria de Portos (SEP), Antonio Henrique Silveira, destacou característica do ex-funcionário do BB como fundamental para os novos desafios do Porto de Santos: especialista em gestão de projetos e controles internos, “aspecto importante para a governança moderna”.

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