Repercussão do caso é grande no mundo todo - Foto: Turkish Airlines

A gigante do transporte aéreo Turkish Airlines divulgou curioso caso envolvendo um avião da companhia na última sexta-feira, dia 7 de abril. Comissários da empresa realizaram com sucesso um parto de emergência a bordo, durante voo entre as cidades de Conacri, em Guiné, e Ouagadougou, capital de Burkina Faso, ambas no continente africano.

A empresa aproveitou a ocorrência, que não acontece com grande frequência, para homenagear o nascimento e os profissionais que participaram do parto. De acordo com informações da Turkish Airlines, a passageira se chama Nafi Diaby, de 28 anos, e acabou dando à luz deitada em sua poltrona a cerca de 42 mil pés de altura. O bebê é do sexo feminino e recebeu o nome de Kadiju.

As regras para embarque de mulheres grávidas em aviões dependem dos procedimentos adotados por cada empresa aérea. Em geral, as companhias não exigem atestado médico até a 27ª ou 28ª semana de gravidez, o que era o caso de Nafi Diaby. Da 29ª à 36ª semana (ou a 32ª em caso de gêmeos ou mais bebês) as restrições têm início, incluindo pedidos de autorizações ou atestados médicos. Na maioria das companhias, é desaconselhado o embarque depois das 36ª semana, exceto em casos de extrema necessidade de deslocamento.

 

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