“Tenho muito orgulho de estar na Hipercon”. É assim que Maria Isabel dos Santos, gerente administrativa e financeira da empresa, define seu sentimento. Há dezoito anos acompanha de perto o desenvolvimento do grupo. Iniciou o seu “casamento” com a Hipercon em fevereiro de 1987 e com muito carinho lembra o começo de tudo. “A folha de pagamento era feita à mão. Fazia o caixa, o balancete, todo o serviço administrativo. Contava as empilhadeiras e caminhões nos dedos”, recorda.

 

Com o passar dos anos assumiu a contabilidade e viu de perto a empresa crescer. Afirma, categoricamente, que a filosofia da Hipercon continua a mesma desde o primeiro dia de trabalho. “Sempre houve muita consideração e respeito pelo funcionário”, afirma. Conta que desde o início os diretores da empresa sempre ofereceram muita liberdade. Até hoje, a porta da diretoria está aberta a todos os funcionários. O acesso é total desde a copeira até a gerência.

 

Maria Isabel ressalta que a empresa cresceu sem derrubar nem atropelar ninguém. Apenas com muito trabalho e dedicação de todo o grupo. Para conquistar esse nível de profissionalismo, a empresa oferece treinamentos e cursos constantes aos funcionários. Além do investimento profissional, a Hipercon tenta proporcionar um clima familiar.

 

Eventos para integrar funcionários e familiares são sempre realizados. Maria Isabel conta sobre uma das grandes festas da Hipercon. “Teve sorteio de carro para os funcionários. Estava até embrulhado com um laço, todo enfeitado. Muitos outros brindes como bicicletas, aparelhos de som e de TV foram sorteados naquele dia.”

 

São inúmeros os momentos emocionantes que viveu na empresa. Recorda com entusiasmo de um deles. Foi em 1993, quando da primeira aquisição de um caminhão Volvo.”Quando olhei, pensei, agora somos gente grande, já temos um caminhão bacana”, lembra sorridente.

 

Isabel, 52 anos e aposentada há três, diz sentir-se literalmente em casa. Não se incomoda de trabalhar até mais tarde. “Até porque o Paulo Adelino chega antes de mim para trabalhar”.

 

Dos 300 funcionários diretos, cerca de 10% estão trabalhando há mais de 15 anos na empresa. Os filhos dos diretores seguem o rumo dos pais. Trabalham sem qualquer mordomia nem privilégios. O diretor Paulo Adelino diz que dentro de empresa não tem pai, mãe nem filhos. “Eles ganham menos que muitos funcionários. Vão ter que fazer melhor para obter”, explica ele.

 

Sem qualquer tipo de conflito Maria Isabel afirma: “a Hipercon vai chegar longe porque merece. É um lugar que Deus protege”.

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