• Entre 1995 e 2018 as companhias docas brasileiras deveriam ter investido R$ 24,4 bilhões (valores atualizados para janeiro de 2019), conforme dados obtidos nos Balanços Anuais da União. Apesar dessa previsão orçamentária, o Governo Federal investiu apenas 26,4% desse valor, pouco menos de R$ 8,7 bilhões

  • É importante ressaltar que na Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) continuam atuando dirigentes indicados por deputados ligados a Eduardo Cunha, hoje presidiário, um nome combatido pela cúpula do governo Jair Bolsonaro (PSL)

  • Compreender a complexidade das relações de negócios e serviços num mundo globalizado e cada vez mais tecnológico é o primeiro degrau rumo ao desempenho e ao sucesso.

  • O presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Eduardo Guterra, está preocupado e indignado com as recentes propostas de privatização das companhias docas do País. De acordo com ele, está claramente configurado um ataque a essas empresas públicas, listando recentes demissões, acordos coletivos irregulares e o aumento substancial de contribuição do Portus

  • Devido ao déficit contraído ao longo de sua existência, o Portus está sob intervenção federal desde agosto de 2011. O déficit, segundo as apurações do Ministério, foram causadas por equívocos na gestão do plano e por dívidas da extinta Portobrás e das atuais patrocinadoras do fundo de pensão

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  • Vem dos portuários de Santos (SP), onde está o maior porto do Hemisfério Sul, posicioamentos contrários à privatização das administrações públicas dos 37 portos organizados do País, as chamadas "docas".

  • Engenheiro civil e mestre em Infraestrutura e Gerenciamento Viário, Sílvio dos Santos contribuiu com o debate do Portogente sobre regionalização dos portos brasileiros indicando que a seleção dos diretores das companhias docas brasileiras necessita priorizar gestores com "conhecimentos específicos" referentes aos portos que irão administrar