Transporte / Logística

A primeira auditoria operacional realizada nos portos brasileiros, depois da implantação da Lei 8.630, a Lei de Modernização dos Portos, não foi realizada pela Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq) nem por outros órgãos do governo que mantêm o controle da política portuária do País, no caso a Secretaria de Portos da Presidência da República e o Ministério dos Transportes. A observação é do presidente do Conselho de Administração Portuária (CAP) de Imbituba (Santa Catarina), Gilberto Barreto, lamentando que quem fez o trabalho foi o Tribunal de Contas da União (TCU). “Isso é um sintoma assustador da ausência do poder central na regulação portuária nacional”.

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O presidente do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) do Porto de Imbituba (Santa Catarina), Gilberto Barreto, que participa da XXXII Semana da Geografia, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acredita que a Antaq deveria estar mais voltada para os portos públicos nos aspectos regulatórios internos. “Há muita regulação externa para os usuários, para os investidores potenciais, mas não uma capacitação institucional promovida pela União para o Sistema Público de Portos”.

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O Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  organiza a XXXII Semana da Geografia, que tratará do tema “A geografia e o mar: a questão portuária”, desta segunda-feira (19) a próxima sexta-feira (23), na universidade, em Santa Catarina.

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Sem novidades no front cearense. O engenheiro civil Paulo André Holanda e o administrador de empresas Mário Jorge Cavalcanti foram reconduzidos aos cargos de Diretor Presidente e Diretor Operacional da Companhia Docas do Ceará (CDC), funções que já ocupavam desde maio de 2010.

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A polêmica sobre se o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), agiu acertadamente ao reduzir em 0,5% a taxa básica de juros (Selic), de 12,50% para 12% ao ano, continua a mover corações e mentes. O professor universitário Fernando Rizzolo, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, também colocou a sua “colher” no assunto.

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