Transporte / Logística

Luiz Alberto Costa Franco, 63, é portuário aposentado da Companhia Docas de Santos (Codesp). Santista, casado, pai de quatro filhos, este engenheiro civil especializado em Vias de Comunicações de Transportes dedicou 28 anos de sua carreira ao porto de Santos. Com quase três décadas de experiência e conhecimento, este diletante estudioso dos modelos de gestões portuárias, afirma que o porto necessita de uma “administração profissionalizada desvinculada de interesses políticos”.

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"Os caminhoneiros são muito discriminados. Muitas vezes somos tratados como vagabundos, mas é graças ao nosso serviço que o Brasil anda". A frase do caminhoneiro Eládio da Silva resume o pensamento de vários dos profissionais desta área tão importante para a economia nacional. No porto de Santos, o motorista de caminhão sofre com inúmeros problemas, que atingem desde a falta de banheiros e refeitórios até a questão da segurança, mas a maioria reconhece a importância da cidade portuária em suas vidas.

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Trabalhar confinado em um lugar sem janelas por alguns dias consecutivos não é tarefa para qualquer pessoa, mas para militares da Marinha do Brasil, chega ser até divertido e prazeroso. O capitão-de-Fragata Ahylton Garagna Junior, comandante do Submarino Tupi – S 30 declara que adora essa vida.

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Posição estratégica, não restrição de calado, investimento público e privado contínuo, além de porta de entrada para o norte da Europa, fazem do porto de Roterdã, o maior em tonelagem movimentada há 40 anos e um dos principais do velho continente. É o maior porto do mundo em extensão e atende todos os modais de transporte.

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Suneiva Maria Nicodemos tem 29 anos e está a três meses de conseguir realizar seu sonho de se tornar uma engenheira civil. Mas, sem dúvida nenhuma, ela não é uma estudante comum, pois teve muita força de vontade e determinação para conseguir chegar até aqui, percorrendo diariamente, com sua moto Biz, grandes distâncias para poder cumprir todas as suas atividades. Sua trajetória começa em Praia Grande, no bairro Samambaia, onde mora; depois passa por Cubatão, onde trabalhou no período da manhã até um mês atrás, e segue para o porto de Santos, onde trabalha à tarde; após o expediente, freqüenta a faculdade até as 22 horas, quando enfim retorna para sua casa.

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