Transporte / Logística

São-paulino "doente", como mesmo se define, o chefe da Polícia Federal em Santos, Ariovaldo Peixoto dos Anjos é um apaixonado pela cidade. Natural de Franco da Rocha (SP) tinha apenas dois anos de idade quando mudou-se  com a família para Santos.

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Depois de uma dificuldade financeira familiar, Cláudia Vieira Peres à época com 26 anos, se deparou com uma dura realidade. Sem nunca ter tido um emprego fixo, precisou correr atrás de um trabalho para garantir o sustento.

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O lema na carreira militar da carioca Carmen Lúcia Carvalho de Souza tem sido esse desde sua formatura como guarda-marinha, em dezembro de 1998. Atualmente, a capitão–tenente dentista é responsável pelo setor de saúde da unidade da Capitania do Portos do Estado de São Paulo, localizada em Santos.

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“Eu nasci para isso. Sei que fui cunhada para isso”. A frase de Cinthia Fortes Zanetti, 52 anos, resume bem o que essa mãe de quatro filhos pensa de sua vida, que inclui uma longa relação com a vida portuária. Hoje, ela comanda a Pinacoteca Gaffreé e Guinle e o Complexo Cultural do Porto de Santos, além de ser dona de uma empresa que promove eventos, a Santos Trade Convec. Essa história de sucesso mostra que mesmo em um ambiente predominantemente masculino, as mulheres conquistaram seu espaço, com muito suor e histórias para contar.

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Não é raro encontrar pessoas apaixonadas por determinado tipo de assunto. Ao tomar gosto pela coisa, esses indivíduos não medem esforços para montar coleções. Os mais entusiastas gastam até mesmo grande parte do tempo e do dinheiro com materiais de relevância para eles. Em geral, é mais fácil encontrar esse tipo de dedicação no meio artístico, musical, esportivo e religioso. Também é comum deparar-se com colecionadores de selos, latas de bebidas, carros e jóias. No entanto, mesmo em uma cidade eminentemente portuária como Santos, não é fácil encontrar pessoas que gostam e são especializadas em embarcações marítimas. Nas temporadas de verão, é possível encontrar multidões admirando navios de cruzeiro, porém de modo superficial. Fazem isso mais pelo aspecto social e se admiram somente com o poder financeiro e com o gigantismo desse tipo de embarcação.

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