Os trabalhadores portuários brasileiros estão em estado de atenção. É que o seu instituto de previdência complementar, o Portus, está à deriva. As informações são as mais desencontradas e o medo se instala para aqueles que já estão recebendo e para os que ainda vão receber. Todos, diga-se de passagem, contribuem, mensalmente, para tal benefício, não é benesse, é direito construído.

Porto de Santos

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Diferentemente de outros institutos de previdência, como o do Banco do Brasil (Previ) e Petrobras (Petros), por exemplo, o dos portuários nunca teve na direção os próprios funcionários das companhias docas, no máximo chegaram a ter cadeira no conselho de administração. O que se vê, ao longo desse tempo, é que o Portus virou uma "caixa-preta". Diz a lenda que recursos do instituto foram usados de forma incorreta em negócios que não deram em nada. Dinheiro jogado fora.

E quem paga a conta? O portuário que contribui todo mês e ao longo do seu tempo de trabalho. Por isso, Portogente, até por conta da sua longa história junto aos portos brasileiros, especialmente ao de Santos, toma a liberdade de conclamar ao presidente Michel Temer que trate essa questão diretamente. Porque ela afeta diretamente a vida de milhares de trabalhadores e suas famílias em todo o País. 

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