Entenda por que a criança deve brincar desde bebê.

Desde pequenas as crianças precisam receber estímulos de acordo com sua idade. Os jogos são uma forma de diversão e, simultaneamente, colocam em prática alguns aprendizados, inclusive os vistos na escola.

Xadrez, damas e outros jogos de tabuleiro são ótimos para o exercício da mente, mas os videogames também são bem-vindos para ajudar a distrair os pequenos. É essencial que os pais determinem uma hora para jogar e que os filhos respeitem essas regras.

Por que jogar é tão importante na infância? Entenda.

Dimensão de tempo

Jogar ajuda a criança a ter noção de tempo, principalmente se os pais determinam um limite para ficar em frente ao videogame ou para simplesmente brincar. É um tempo que as crianças sentem passar rápido, como costuma acontecer com momentos de diversão.

Vivência de situações-problema

Quando estamos jogando, estamos sempre expostos a situações que exigem uma resposta. Isso não é diferente com as crianças: ao apresentar jogos, você permite que ela vivencie problemas e precise pensar em uma solução.

Canalização de energias

Jogar também é uma ótima forma de aliviar o estresse e canalizar energias. Se isso funciona com os adultos, porque seria diferente com as crianças? Mesmo jogos de tabuleiro exigem concentração e estratégia.

Desenvolvimento social e psicomotor

Para as crianças menores, há ainda a possibilidade de auxílio ao desenvolvimento social e psicomotor. Os jogos são um estímulo adequado à faixa etária e podem ser trabalhados na escola ou em casa.

Exercício do pensamento

Não importa qual seja o jogo escolhido, ele vai exigir algo muito importante: pensar e trabalhar estratégias. Seja no celular, no console ou no velho e bom tabuleiro, seu filho vai exercitar o pensamento, treinando matemática e analisando possibilidades.

Criatividade e imaginação

Jogar também estimula a criatividade e a imaginação, principalmente durante a primeira infância. Os pais devem dar preferência a brincadeiras que sigam determinadas regras, mas deem certa liberdade de escolha.

Ação e consequências

Os jogos ensinam os filhos a lidarem com causas e consequências. Até porque cada jogada tem um resultado. No videogame, por exemplo, pode ser a perda de uma vida, em outros jogos dar a vitória para outro jogador. Assim, a criança exercita a ideia de lidar com as consequências de suas escolhas, mesmo durante uma brincadeira.

Jogos ideais para cada faixa etária

Veja o que é interessante apresentar para cada faixa etária.

Bebês até 2 anos

Os bebês ainda estão descobrindo o mundo. Nessa fase, é interessante apresentar jogos e brincadeiras mais simples, que estimulem a visão e o tato. A ideia é desafiá-los, mas sem que se irritem com a brincadeira.

  • Blocos de empilhar ou jogar;
  • Lego para bebês;

Crianças de 2 a 4 anos

Nessa fase o foco é o desenvolvimento cognitivo. A criança já está receptiva a mais desafios, mas é importante apresentar elementos que façam parte de sua rotina.

  • Quebra-cabeça de peças grandes;
  • Brinquedos de encaixar;
  • Jogos de memória.

Crianças de 5 a 6 anos

A partir dos 5 anos a criança está em busca de autonomia e começa a construir sua identidade. É interessante trazer jogos que afirmem essa liberdade.

  • Jogos de adivinhação;
  • Jogos de memória com palavras e mais peças;
  • Jogos de tabuleiro;
  • Games de celular ou console adequados à faixa etária.

Crianças de 7 a 9 anos

Nessa idade seu filho já está aprendendo a ler e fazer contas, então pode ser interessante trazer jogos que estimulem e complementem o aprendizado.

  • Mímica;
  • STOP;
  • Jogos de cartas;
  • Jogos de tabuleiro mais complexos;
  • Videogames adequados à idade.

Crianças a partir de 10 anos

Quase na pré-adolescência, eles querem algo que os desafie, já que conseguem entender regras importantes. É o momento de inserir atividades em família sem deixá-lo ganhar.

  • Jogos de detetive e investigação;
  • Jogos de adivinhação mais complexos;
  • Xadrez e damas;
  • Videogames que exijam estratégia.
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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

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